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Síndrome Respiratória Aguda Grave

Autor: Assessoria Científica

Nos últimos dois meses, o Maranhão tem enfrentado um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), gerando preocupação entre as autoridades de saúde. Cerca de 400 casos foram notificados, entre os meses de maio e junho. Os números, divulgados pelo boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revelam um crescimento alarmante em comparação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a Fiocruz, no estado, o vírus sincicial respiratório representa 40,3% dos casos, seguido pela Covid-19, que está em declínio e agora representa 22,8%. Os casos de influenza A e B representam, respectivamente, 17,5% e 6,6%.

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é caracterizada por quadro de febre de início súbito, acompanhada de tosse ou dor de garganta e, pelo menos, um dos seguintes

Sintomas:

  • Cefaleia; Mialgia (dor muscular) ou artralgia (dor articular), na ausência de outro diagnóstico específico;
  • Dispneia (dificuldade para respirar);
  • Aumento da frequência respiratória avaliada de acordo com a idade;
  • Tosse seca;
  • Tosse persistente;
  • Calafrios e tremores;
  • Lábios e extremidade dos dedos azulados ou arroxeados;
  • Respiração mais acelerada e curta;
  • Suor noturno;
  • Hipotensão em relação à pressão arterial habitual do paciente, entre outros sinais e sintomas.

Prevenção Além da vacinação completa, como forma de prevenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave, é importante tomar outros cuidados como:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, usando lenço ou protegendo com a dobra do braço;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

Diagnóstico

Além da avaliação médica, os exames laboratoriais complementares auxiliam no diagnóstico de SRAG, identificando o agente etiológico que pode estar sendo o causador do quadro clínico.

O Laboratório Cedro disponibiliza um Painel Molecular, trata-se de um teste diagnóstico capaz de detectar a presença do vírus Influenza A e B e vírus sincicial respiratório, bem como, teste molecular para detecção de ARS-CoV-2. A detecção é feita através da técnica RT-PCR (reação em cadeia da polimerase por transcriptase reversa) em uma plataforma integrada All in One com análise automatizada. O teste é feito a partir de mostras de nasofaringe ou de líquidos cavitários colhidos de pacientes com sinais e sintomas de infecção respiratória, para a detecção qualitativa de gripe A, gripe B e vírus respiratório sincicial.

Vale ressaltar que outros patógenos como Adenovírus, Metapneumovírus, Vírus parainfluenza, Bocavírus, Rinovírus, dentre outros, também podem estar associados a quadros respiratórios como bronquiolite, neumonia e broncopneumonia. Para isso, o Laboratório Cedro disponibiliza o Painel Respiratório, que investiga 24 patógenos pelo método de PCR multiplex seguido de hibridização reversa (dot blot).

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